O autor da crise

Lula não pode continuar, sem ser contestado, a se oferecer como remédio para o mal que ele mesmo causou

A escassez de uma política de segurança nacional no Brasil e a falta de rigidez na lei para punir os poderosos de colarinho Branco é tão grave que permite que alguém como o chefão petista Lula da Silva condenado a 12 anos e 8 meses por corrupção e lavagem de dinheiro saia da cadeia deboche das instituições e da justiça e insufle atos de terrorismo, com clara intenção de, arruinar o país em recuperação econômica e o atual governo e se apresentar como candidato viável a presidência, mesmo sendo ele o responsável direto, em todos os aspectos, pela devastadora crise que o País atravessa.

A esta altura, já deveria estar claro para todos que a passagem de Lula pelo poder, seja pessoalmente, seja por meio de sua criatura desengonçada, Dilma Rousseff, ao longo de penosos 13 anos, deixou um rastro de destruição econômica, política e moral sem paralelo em nossa história. Mesmo assim, para pasmo dos que não estão hipnotizados pelo escancarado populismo lulopetista, o demiurgo de Garanhuns que por hora solto graças à uma falha no código penal que permite a impunidade, não apenas insufla atos de terrorismo, como saiu a dizer que “o PT mostrou como se faz para tirar o País da crise” e que, “se a elite e Bolsonaro não tem condição de consertar esse País, nós temos”. Para coroar o cinismo, Lula também disse que “hoje o PT pode inclusive ensinar a combater a corrupção”. Só se for fazendo engenharia reversa.

Não é possível que a sociedade civil continue inerte diante de tamanho descaramento. Lula não pode continuar, sem ser contestado, a se oferecer como remédio para o mal que ele mesmo causou.

Tudo o que de ruim se passa no Brasil converge para Lula, o cérebro por trás do descomunal esquema de corrupção que assaltou a Petrobrás, que loteou o BNDES para ditadores e empresários camaradas, que desfalcou os fundos de pensão das estatais, que despejou bilhões em obras superfaturadas que muitas vezes nem saíram do papel e que abastardou a política parlamentar com pagamentos em dinheiro feitos em quartos de hotel em Brasília.

Lula também é o cérebro por trás da adulteração da democracia ocorrida na eleição de 2014, vencida por Dilma Rousseff à base de dinheiro desviado de estatais e de golpes abaixo da linha da cintura na campanha. Lula tem de ser igualmente responsabilizado pela catastrófica administração de Dilma, uma amadora que nos legou dois anos de recessão, a destruição do mercado de trabalho, a redução da renda, a ruína da imagem do Brasil no exterior e a perda de confiança dos brasileiros em geral no futuro do País.

Não bastasse essa extensa folha corrida, Lula é também o responsável pelo tumulto que o atual governo enfrenta, ao soltar seus mastins tanto para obstruir os trabalhos do Congresso na base até mesmo da violência física, impedindo-o de votar medidas importantes para o País sair da crise, como para estimular atos de terrorismo como vem ocorrendo no Chile, tudo para estimular confrontos com as forças de segurança em manifestações, com o objetivo de provocar a reação policial e, assim, transformar baderneiros em “vítimas da repressão”.

Enquanto isso, os esquerdistas e os grandes conglomerados de mídia por eles infestados saem a vociferar por aí que o presidente Bolsonaro e sua família “foram os autores da morte da vereadora Mariele Franco e que são fascistas” fabricado acusações contra o presidente através de matérias sensacionalistas em seus sites e blogs sujos que por muito tempo mamaram bilhões das estatais. Tudo com intenção clara de arruinar o atual governo, afetar a confiança de estrangeiros que investem no país, arruinar ainda mais a imagem do país no exterior e por fim pedir o impeachment do presidente e substituí-lo pelo criminoso Lula ou por um político esquerdoglobalista que siga a agenda da grande mídia. E inacreditavelmente há até mesmo quem acuse Bolsonaro de pretender estabelecer o regime nazista país.
Para Lula, tudo é mero cálculo político, ainda que, na sua matemática destrutiva, o País seja o grande prejudicado. Sua estratégia nefasta envenena o debate político, conduzindo-o para a demagogia barata, a irresponsabilidade e o açodamento. No momento em que o País tinha de estar inteiramente dedicado à discussão adulta de saídas para a crise, Lula empesteia o ambiente com suas lorotas “cassa votos” e insuflamento de atos terroristas. Em vídeo postado nas redes sociais, o condenado insufla o ódio a Bolsonaro, acusando-o de ser “miliciano e da morte de Marielle Franco” de ser “o responsável pelo impeachment da Dilma e da violência contra os pobres”. Para ele, o governo de Bolsonaro “está destruindo a vida do brasileiro”, pois “a renda está caindo, não tem emprego e, o que é pior, o povo não tem esperança”.

Tudo para culminar seu ‘discursinho’ fajuto apelando para que suas massas partam para praticar atos violentos e bandalheira, como os que estão ocorrendo no Chile (com a ajuda de espiões Venezuelanos e Cubanos e da mídia globalista, como já foi noticiado).

Ao que parece é uma estratégia para tornar o país ingovernável, para tentar voltar ao poder através de novas eleições.

É esse salafrario que, em segunda instância condenado a 12 anos e 8 meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no Caso do Triplex no Guarujá (que por hora solto graças à uma falha no código penal que permite a impunidade) impedido de concorrer a cargos públicos com base na Lei da Ficha Limpa, condenado a 12 anos e 11 meses de prisão no Caso do Sítio em Atibaia ainda acumula 6 inquéritos policiais nas costas, pretende voltar a governar o Brasil. Que Deus – ou a Justiça – nos livre de tamanha desgraça.

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