Governo Bolsonaro: o mais perseguido e difamado de todos os tempos

Tudo caminha para um cenário bastante turbulento.

Está em pleno desenvolvimento uma trama maquiavélica que pode ser propícia ao suporte de um golpe. Golpe que poderá desembocar em uma enorme desordem política ou até mesmo na queda do presidente Jair Bolsonaro.

No Brasil, cresce de forma aterradora uma narrativa sem-vergonha, relatando que o governo foi eleito e é sustentado por uma base de “milicianos digitais”, praticamente difamadores sindicalizados mantidos por Bolsonaro (e/ou filhos e assessores) para aniquilar seus desafetos políticos e a democracia. Traduzindo: todo aquele que apoia o governo é um criminoso, um indesejável leproso político pago pelo Planalto.

A mídia mainstream, por sua vez, mente o tempo todo, divulga inverdades cabeludas, maximiza a voz de todo e qualquer desafeto ou dissidente do governo, promove distorções milimetricamente calculadas e se nega a divulgar uma única informação positiva – e verdadeira – sobre os inúmeros êxitos do governo. Uma única informação sequer!

No campo político interno, tendem a criminalizar, de forma impiedosa, a opinião dos eleitores e simpatizantes de Jair Bolsonaro. Criam sofregamente mecanismos draconianos para perseguir e sufocar a liberdade de expressão de cidadãos comuns – que cometem um imperdoável “crime hediondo” ao apoiarem publicamente um governo conservador e criticarem seus inimigos.

Há uma inequívoca sanha, vinda inclusive de pseudodefensores da liberdade de expressão, para estabelecerem a censura nas redes sociais, a nova praça pública dos cidadãos comuns, que até então não se faziam ouvir. Rumamos para um cenário tal em que fazer um despretensioso meme ou criticar – qualquer uma das figuras grotescas do cenário político brasileiro – será crime inafiançável. De um lado, uma mídia panfletária irresponsável que pode distorcer qualquer fato. Do outro, a lorota do miliciano digital.

No exterior, propagam que o Brasil tem um “fracassado presidente autoritário” – quando, por certo, é o contrário disso, pois nunca tivemos um governo tão democrático e eficiente; que o Brasil vive um “fascismo pleno”; que “temos um governo ganancioso devastando direitos e o meio ambiente”. Ou seja, inúmeras falsas narrativas aptas a endossarem uma megafraude, junto à comunidade internacional, na qual a democracia brasileira está prestes a ruir e que será necessário remover o mal – este, encarnado na pessoa de Jair Bolsonaro.

É deveras preocupante. O governo não adotou, até agora, uma postura estrategicamente eficaz para destruir ou neutralizar o mar de mentiras e de difamação de que vem sendo sistematicamente vítima. Ele vem ‘apanhando’ calado em nome da democracia em plena guerra assimétrica. As narrativas falaciosas estão sendo cevadas, sem quaisquer empecilhos, nas redações dos inescrupulosos jornais do país e do exterior, com o megafone providencial do Congresso Nacional, segurado por seus incontáveis velhacos,
e pelos tentáculos dos organismos internacionais a serviço do socialismo.

Se nada for implementado, só restará ao governo assistir a sua própria derrocada política, muito embora seja um governo muito bem-sucedido, de excelentes resultados na seara econômica, tenha reduzido de maneira drástica os altos índices de criminalidade e que tenha apresentado, nas últimas décadas, o melhor projeto de modernização para o ineficiente/paquidérmico Estado brasileiro.

Ademais, a atrasada e antidemocrática esquerda só tem um objetivo: voltar ao poder e dele não mais sair.

É assustador.

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