“Baderneiros são caso de polícia, não de política” Diz Mourão

Vice-presidente criticou ‘manifestações’ antidemocráticas esquerdistas quem vêm ocorrendo no país

Em um artigo publicado, nesta quarta-feira (3), no jornal O Estado de S. Paulo, o vice-presidente Hamilton Mourão classificou como abuso chamar as manifestações contrárias ao governo que aconteceram no domingo (31). Segundo o general, tais manifestantes feriram pessoas e depredaram patrimônio público e privado.

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Para atacar Bolsonaro, Globo transforma símbolos nacionais da Ucrânia em objetos nazistas

– Imagens mostram o que delinquentes fizeram em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Registros da internet deixam claro quão umbilicalmente ligados estão ao extremismo internacional. É um abuso esquecer quem são eles, bem como apresentá-los como contraparte dos apoiadores do governo na tentativa de transformá-los em manifestantes legítimos. Baderneiros são caso de polícia, não de política.

Mourão disse que as cenas vistas nos últimos dias “não podem ser entendidas como manifestações em defesa da democracia”. O vice-presidente afirmou que essas manifestações foram incentivadas pelos atos nos Estados Unidos contra a morte de George Floyd. Entretanto, no Brasil, o movimento ganhou caráter anti-governista.

– É forçar demais a mão associar mais um episódio de violência e racismo nos Estados Unidos à realidade brasileira. As Forças Armadas, por mais malabarismo retórico que se tente, estão desvinculadas da política partidária, cumprindo rigorosamente seu papel constitucional.

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Protesto ‘anti-Bolsonaro’ em Curitiba tem vandalismo, bandeira do Brasil queimada e confronto com a PM

Manifestação contra o governo de Jair Bolsonaro em Curitiba terminou em quebra quebra.

Durante atos convocados por movimentos de esquerda da cidade, um grupo de manifestantes do movimento antifacista autointitulado “antifa” chegou a queimar uma bandeira nacional ‘em protesto’, dando início a confusão generalizada, vandalismo e depredação pelas ruas da cidade.

Veja também; Filho de deputado do PT, que faria live contra Bolsonaro hoje, é preso com 40 kg de maconha.

O Protesto começou na sede da UFPR mas seguiu em passeata na direção do Centro da cidade pela Rua XV de Novembro. Nesse momento, parte dos manifestantes depredou agências bancárias e equipamentos da prefeitura. Também foi atingido o Shopping Mueller, e a sede do Fórum de Curitiba, na Avenida Cândido de Abreu. A sede da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) também foi alvo dos manifestantes violentos.

Os policiais que acompanham a manifestação pediram reforço para a tropa de Choque da Polícia Militar, que reagiu com bombas de gás lacrimogênio para dispersar os manifestantes que praticavam vandalismo.

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Para atacar Bolsonaro, Globo transforma símbolos nacionais da Ucrânia em objetos nazistas

No domingo (31/05) durante as manifestações violentas e depredacões promovidas pela esquerda radical, a imprensa procurou mais uma vez, manipular o presente e o passado para atingir Bolsonaro.

E a bola da vez foram os símbolos nacionais da Ucrânia usadas por manifestantes favoraveis ao governo, então em questão de segundos, a Rede Globo transformou bandeiras e brasão de armas ucranianos em símbolos nazistas, pois para Grupo Globo, Grupo Folha, Grupo Abril, BBC Brasil e etc… o objetivo é criar uma crise institucional no Brasil e tirar Bolsonaro do poder de qualquer maneira, nem que para isso a realidade seja manipulada e a economia do país seja prejudicada pela crise institucional.

Justamente a Ucrânia foi uma das maiores vítimas do nazismo, onde após o homolodor stalinista, o exército hitleriano exterminou quase três milhões de ucranianos, e por consequência comunismo e nazismo hoje, são  criminalizados na Ucrânia.

Anteriormente, o site da Revista Veja havia feito o mesmo. E em relação a isso o Embaixada da Ucrânia no Brasil reagiu a Fake News e distorção da história feita propositalmente pela Veja com o objetivo de atingir Bolsonaro, e publicou a seguinte nota.

No dia 26 de maio de 2020, a Veja publicou o artigo “Manifestação pró Bolsonaro na Av. Paulista tem até bandeira neonazista” no qual foi feita uma tentavia arbitrária e subjetiva de interpretar o significado dos símbolos históricos e estatais da Ucrânia, inserindo-os deliberadamente na conjutura das discussões internas brasileiras.

A Embaixada da Ucrânia no Brasil categoricamente refuta a maneira tendenciosa e leviana como o artigo mencionado foi entitulado.

Aproveitando direito a resposta, consideramos que os valores de liberdade de expressão e da imprensa que as nossas nações compartilham não podem ser usadas para depreciação dos símbolos oficiais e históricos, bem como para denegrir a imagem de um país – parceiro estratégico do Brasil.

Gostaria de lhe informar que para milhões de ucranianos, tanto na Ucrânia como até mesmo no Brasil a bandeira rubro-negra simboliza a nossa terra e o sangue de nossos heróis derramado por Liberdade, Independência e Soberania da Ucrânia. Essa bandeira foi usada desde o século XVI pelos cossacos ucranianos nas lutas contra invasores estrangeiros, e por isso durante o século passado e no começo do século XXI virou o símbolo de luta dos ucranianos contra ocupação, chovinismo e imperialismo russos.

O tridente, é o brasão oficial do nosso estado desde época do Príncipe Volodymyr, que levou o Cristianismo para Rus de Kyiv no ano 988, e simboliza a Santíssima Trindade.

Esses são os verdadeiros significados da bandeira histórica e do brasão da Ucrânia.

Cabe mencionar que no ano 2015, na Ucrânia, foi aprovada a Lei “Sobre a condenação dos regimes totalitários comunista e nacional-socialista (nazista) na Ucrânia e proibição de propaganda de seus símbolos”. Por isso também o uso da bandeira vermelha e negra e do brasão da Ucrânia tanto no nosso país, como no Brasil não tem nada a ver com o movimento neonazista. Tal interpretação é manipulação predileta da propaganda russa (soviética) que continua a semear inverdades, odio, xenofobia e antisemetismo para enfraquecer a democracia nos nossos países.

Quanto aos movimentos da extrema direita na Ucrânia, não é dificil descubrir em fontes confiáveis que os seus representantes juntos conseguiram o máximo de 1,5-2% do voto popular nas últimas eleições presidenciais nos anos 2014 e 2019. O movimento “Setor da Direita” que surgiu como reação da sociedade contra interferência da Rússia nos assuntos internos da Ucrânia e virou o partido político depois da ocupação ilegal da República Autônoma da Criméia pela Rússia e começo da agressão da mesma no Leste da Ucrânia, não apresentou os candidatos durante as eleições parlamentares do ano passado.

Acreditando no apelo da VEJA em sua biografia em redes sociais como o Twitter “compartilhe verdades”, peço que o Senhor publique essa carta e consulte a Embaixada sobre assuntos da historia e da atualidade da Ucrânia

Atenciosamente,

(assinado)

Rostyslav Tronenko
Embaixador da Ucrânia no Brasil

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Exército anuncia preparação de tropas para operações de Garantia da Lei e da Ordem

A página oficial do Exército Brasileiro fez uma publicação na tarde deste domingo (31) divulgando o treinamento de oficiais para operações de Garantia da Lei e da Ordem. A postagem foi feita em meio a protestos realizados por uma torcida organizada e movimentos de esquerda em São Paulo. A aglomeração da torcida organizada terminou em confronto com a PM.

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Na manifestação foram presos manifestantes com canivetes e artefatos químicos, diz a PM.

As manifestações da esquerda vieram em resposta a atos em apoio a Bolsonaro em Brasília.

Em Caçapava (SP), 6º Batalhão de Infantaria Leve prepara militares para operações de Garantia da Lei e da Ordem”, diz a publicação feita no Twitter. O tuíte do Exército acompanha uma matéria produzia no dia 27 de maio, última quarta-feira e fala de ações ocorridas nos dias 20 e 21 de maio.

Em Caçapava (SP), 6º Batalhão de Infantaria Leve prepara militares para operações de Garantia da Lei e da Ordem https://t.co/QE3NBekSxh pic.twitter.com/TQSvRJjWx6

— exercitooficial (@exercitooficial) May 31, 2020

‘Manifestação’ da esquerda radical e torcida organizada termina em violência e confronto com a PM de São Paulo

Um movimento convocado pela Gaviões da Fiel, torcida organizada do Corinthians, para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro e ocorre neste momento (31.05) na Avenida Paulista. Aos torcedores juntaram-se grupos de esquerda.

Há confronto entre a tropa de choque da Polícia Militar de São Paulo e manifestantes. Bombas de gás lacrimogêneo foram arremessadas. Torcedores arremessam objetos contra os PMs.

O confronto começou quando apoiadores do presidente Jair Bolsonaro ainda promoviam ato na Avenida Paulista contra o Supremo Tribunal Federal e o Congresso em apoio às manifestações pró-Bolsonaro que acontecem em Brasília.

Filho de deputado do PT, que faria live contra Bolsonaro hoje, é preso com 40 kg de maconha.

Rogério Bordalo, que é filho do deputado Carlos Bordalo (PT-PA), foi preso em flagrante em estrada do Maranhão

Em operação realizada pela Polícia Civil do Maranhão, foi preso na cidade de Açailândia, no Maranhão, por tráfico de drogas, Rogério Alves Bordalo, 34 anos, natural do Pará. Monitorado pela polícia, através de interceptação telefônica, Rogério Bordalo foi preso na terça-feira (26) em uma barreira montada pela polícia próximo à comunidade de Pequiá, no municipío de Açailândia ao dirigir um veículo H20 de cor preta.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO CANAL GAMA

O homem preso com 40 Kg de maconha é filho do deputado estadual reeleito Carlos Bordalo, do PT paraense. Rogério Bordalo, que é geólogo e professor, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e preso cumprindo mandado de prisão preventiva.

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Segundo o deputado federal pelo estado do Pará, Delegado Éder Mauro (PSD-PA), o traficante preso com 40 kg de maconha escondidos em várias partes do carro que dirigia, tinha programado para este sábado, 30/05, uma live/show na qual pretendia fazer ataques ao presidente Jair Bolsonaro. Em seu perfil no Twitter, o Delegado Éder Mauro publicou que por motivos de força maior o show teve que ser cancelado.

Me parece que o Rogério Bordalo, filho do deputado Bordalo (PT), iria fazer uma live neste sábado pra atacar o PR @jairbolsonaro, mas a LIVE foi CANCELADA por motivo desse safado ter sido preso com 40 quilos de maconha ontem. 🤣🤣🤣

Delegado Eder Mauro

Senado quer aprovar às pressas uma lei que censura as redes sociais

Que projeto é esse?

O projeto em questão foi proposto por parlamentares do movimento Acredito. A primeira versão foi apresentada pelos deputados federais Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tabata Amaral (PDT-SP) em 1º de abril deste ano.

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No dia 13 de maio, o senador Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE), filiado ao mesmo movimento, apresentou um texto muito similar ao Senado.

Davi Alcolumbre quer votar o projeto na próxima terça-feira, dia 2 de junho. Tamanha pressa só foi possível por conta da pandemia em curso, que acelerou a tramitação legislativa.

Entre outras medidas, o PL 2630 pretende responsabilizar as grandes redes sociais pelo conteúdo publicado nelas.

Facebook, Twitter, Instagram e outras redes serão obrigadas a financiar estruturas de verificação da informação, restringir a circulação de publicações classificadas como desinformativas (sem necessariamente tirar do ar), dentre outras medidas.

O projeto também aborda problemas como os fakes (contas inautênticas) e bots/robôs (disseminadores artificiais), restringindo sua atuação nas redes. O artigo 4º do PL define o que é desinformação, conta inautêntica e disseminadores artificiais da seguinte forma:|

“desinformação: conteúdo, em parte ou no todo, inequivocamente falso ou enganoso, passível de verificação, colocado fora de contexto, manipulado ou forjado, com potencial de causar danos individuais ou coletivos, ressalvado o ânimo humorístico ou de paródia;

conta inautêntica: conta criada ou usada com o propósito de disseminar desinformação ou assumir identidade de terceira pessoa para enganar o público;

disseminadores artificiais: qualquer programa de computador ou tecnologia empregada para simular, substituir ou facilitar atividades de humanos na disseminação de conteúdo em aplicações de internet;”

Como foi o debate do PL?

Um problema grave do PL é sua tramitação acelerada, permitida pela pandemia que vivemos. Sem passar pelo processo tradicional de tramitação, com uma consulta pública curta, o PL deve ir a plenário cerca de dois meses após sua primeira versão ser apresentada.

Assustadoramente, a proposta que Davi Alcolumbre pretende votar na próxima terça foi apresentada cerca de 20 dias antes da apreciação pelo plenário – e 16 dias antes da publicação deste texto. O Marco Civil da Internet, por exemplo, passou por quase cinco anos de debates antes de ser aprovado.

É democrático que mudanças tão importantes para a sociedade brasileira e cruciais para o exercício da liberdade de expressão no país sejam aprovadas com tanta pressa?

Na minha opinião, claramente não. Davi Alcolumbre deveria retirar o projeto da pauta da próxima semana. Felizmente, essa opinião não é só minha.

Alguns notórios disseminadores de desinformação, como o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), já se colocaram contra o PL 2630/2020. Mas engana-se quem pensa que bolsonaristas são os únicos oponentes do projeto.

Boa parte da comunidade de especialistas dedicada ao estudo do direito nas redes sociais também fez severas críticas à medida.

Por exemplo:

– O Instituto de Referência em Internet e Sociedade recomenda que “os projetos não sejam votados, até que uma construção transparente e efetivamente colaborativa seja possível”;

– A Coalizão Direitos na Rede, que reúne diversas organizações do setor, também se opõe ao texto e considera que o PL oferece “riscos significativos ao exercício da liberdade de expressão na Internet”

– O Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife é outro oponente do projeto, por considerar que o texto viola “princípios fundamentais para uma Internet aberta e livre”, inclusive a liberdade de expressão;

– Mariana Valente (Insper) e Francisco Cruz (USP), diretores do InternetLab, consideram que “acelerar tais iniciativas na queima-roupa da epidemia será vulnerabilizar nossos direitos agora e depois que ela passar”;

– Cristina de Luca, jornalista com ampla experiência no meio digital, não usa meias palavras ao classificar o projeto como “lei ruim”, que põe em risco a liberdade de expressão e “cheio de boas intenções, mas também cheio de erros conceituais”;

Eles não foram os únicos, mas não dou outros exemplos para não cansar o leitor.

Grande parte da comunidade de especialistas que se dedica ao debate sobre direitos digitais é frontalmente contra o PL. Mas Davi Alcolumbre quer votá-lo logo, sem escutar quem estuda o assunto.

Por que há censura?

O título desse texto nos ajuda a entender por que o PL se trata de uma má ideia: “Senado quer aprovar às pressas uma lei que censura as redes sociais”.

Trata-se da minha opinião, abarcada numa das definições da palavra “censura”: restrição à publicação, exibição, etc.

Segundo o PL, deve ser considerada como desinformação todo “conteúdo, em parte ou no todo, inequivocamente falso ou enganoso, passível de verificação, colocado fora de contexto, manipulado ou forjado, com potencial de causar danos individuais ou coletivos, ressalvado o ânimo humorístico ou de paródia”.

Sou capaz de apostar que, para muitos defensores do projeto, o título que usei é desinformativo, pois não considera o contexto democrático do país e as ressalvas feitas pelo PL.

O uso da palavra “censura” no título pode ser considerado como “manipulado ou forjado”, dado que definições mais restritas do verbo “censurar” podem não ser inteiramente adequadas. E, para quem defende o projeto, minhas críticas causam danos coletivos.

Ainda que diversos especialistas concordem com o risco que o PL 2630 traz à liberdade de expressão, checadores bem intencionados, caso discordem de mim, poderiam classificar este texto como desinformação.

Eis o risco de uma definição tão ampla e vaga, que não atingirá apenas notícias abertamente falsas.

A checagem de fatos não se resume a mentiras absurdas. A distinção entre juízos de fato e juízos de valor não é tão objetiva quanto gostariam os autores do projeto.

Mesmo as agências de checagem mais sérias, que supostamente aderem a um método preciso, cometem erros absurdos com frequência. Numa breve pesquisa, encontrei alguns exemplos da Agência Lupa:

– Em janeiro de 2018, Henrique Meirelles afirmou o seguinte: “Depois de anos de isolamento, o Brasil está promovendo uma série de ações para abertura da economia e atração de investimentos internacionais”. Para a Agência Lupa, a afirmação é “insustentável”;

– No início de 2019, Paulo Guedes disse que “a pirâmide demográfica brasileira está virando, na verdade, um losango”. A Agência Lupa classificou como “falso” porque a pirâmide não se parece perfeitamente com um losango, na opinião deles.

Esses são dois erros pontuais, nos quais a maioria dos economistas concordaria que a Agência Lupa errou. Eles nos mostram, no mínimo, que a classificação de “fake news” não se restringe a notícias como “comer minhoca melhora a imunidade contra o Covid-19” e outras patentemente falsas.

Mesmo que o leitor não concorde comigo quanto aos erros da agência, convenhamos: não há “preto no branco” em nenhum dos casos citados.

Há também casos como o do jornal “New York Post”, que publicou um artigo de opinião questionando as informações que a China tem fornecido sobre a pandemia de Covid-19.

Não havia afirmações, apenas apontamentos sobre falhas no discurso oficial chinês e possíveis fatos O Facebook classificou o artigo como falso, restringindo a circulação dele na rede.

Uma comissão de “verificadores independentes” contratada por grandes redes sociais tende a cometer ainda mais erros do que agências como a Lupa, pois avaliaria uma quantidade muito maior de postagens e teria incentivos para proteger o contratante das punições previstas no PL.

Mesmo no caso dos “bots”, trata-se de uma tecnologia que pode ser utilizada para o bem. Um exemplo: diversos perfis no Twitter se dedicam a investigar hashtags criadas por bots e denunciam, em tempo real, quais conteúdos são disseminados por robôs. Órgãos de saúde também estão utilizando essa tecnologia para tirar dúvidas sobre o Covid-19. Empresas utilizam robôs para atender clientes insatisfeitos.

Vamos impedir todos de usarem essa tecnologia? Talvez a restrição prejudique apenas os honestos, dado que usuários mal intencionados ainda teriam a opção de hospedar seus robôs no exterior.

A barbárie que tomou as redes sociais deve, sim, ser alvo de apreciações legislativas. Facilitar a responsabilização de usuários que publicam notícias falsas, por exemplo, seria uma boa medida. Afinal, já temos leis contra calúnia e difamação. O que nos falta é permitir que essa legislação seja aplicada com celeridade.

O PL 2630 está tramitando a toque de caixa, com uma rapidez incompatível com um debate democrático adequado. As boas intenções do projeto são muito pouco relevantes se comparadas ao perigo de graves restrições da liberdade de expressão.

Não há justificativa para que uma mudança tão importante seja aprovada à revelia dos principais estudiosos do assunto. Ao que parece, estamos diante do clássico caso de remédio pior do que a doença.

Alexandre Frota busca aliança com Lula para derrubar Bolsonaro

Frota convoca Lula, CUT, e Boulos para enfrentar o presidente

Alexandre Frota, atualmente filiado ao PSDB-SP surpreendeu os internautas nesta quinta-feira, 28, ao compartilhar em sua conta no Twitter uma mensagem sobre o ex presidiário Lula. No post, o deputado federal evidencia que o petista convocou uma reação contra Jair Bolsonaro.

“Lula está avisando. Acho que diante das ameaças vamos ter que ir para ruas e vamos p guerra. É hora de unificar e encarar”, escreveu o ex-ator.

Anteriormente ao post de Alexandre, Lula reagiu à frase do presidente “acabou, po**a”, se referindo ao Supremo Tribunal Federal

“Um aviso aos democratas do Brasil: os golpistas já colocaram o pé na nossa varanda. Se não houver reação, eles arrombarão a nossa porta”, escreveu.

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Conheça a única rede social que o STF e a esquerda jamais conseguirão censurar.

A plataforma foi criada com o objetivo de oferecer “liberdade de expressão, para todos, sobre tudo. Futuramente vai ser a dor de cabeça para o STF e para a esquerda, que atualmente não mede esforços para calar a voz do povo brasileiro na internet.

Com a recente onda de remoção de conteúdo e banimento de contas de vozes de direita no Twitter e no Facebook, e da tentativa do STF e da esquerda de perseguir os conservadores, muitos usuários mais alinhados estão procurando alternativa a essas plataformas. Uma rede que foi criada com a promessa de “liberdade de expressão quase total” tem atraído os insatisfeitos. O Gab, cujo endereço é Gab.com, foi pensado como alternativa ao Twitter pelo engenheiro americano Andrew Torba, em 2016, em meio à disputa presidencial entre Hillary Clinton e Donald Trump.

O Gab tem atraído muitos brasileiros desde meados de agosto de 2016, quando a onda de banimentos no Twitter e no Facebook se intensificou. O fundador da rede, Andrew Torba, chegou a comemorar a invasão brasileira.

Como funciona

Andrew Torba, que já trabalhou no Vale do Silício, se declara cristão e conservador, mas diz que a sua rede social é aberta a todos os pensamentos.

O Gab funciona como uma mistura de Twitter, Facebook e Reddit. Ele é um microblog que permite postagens com um limite de 1200 caracteres, além de imagens e vídeos. O usuário pode seguir os perfis e dar votos positivos nas postagens. Também é possível navegar por tópicos. A plataforma conta ainda com uma área para mensagens privadas, que desaparecem após sete dias.

Para fazer uma conta na plataforma, basta registrar o nome completo, o e-mail e o nome de usuário.

Por ser de livre expressão, o App da rede social Gab foi banido da Google Play, mas você pode baixa-lo diretamente pelo site https://apps.gab.com/application/5d3f982c9dd49a5b1d9fc881

Mudança de hábito.

O brasileiro tem que deixar de lado o Facebook Instagram e Twitter um pouco, pois estas redes sociais privilegia apenas a esquerda!

No Gab essas pessoas terão a oportunidade de se exressarem livremente sem que sofra censura!



Ministro da Defesa diz que Forças Armadas concordam com a nota de Heleno

O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, disse à CNN que as Forças Armadas concordaram com a nota divulgada ontem por Augusto Heleno.

Em comunicado, o General Heleno afirmou que uma eventual apreensão do celular de Jair Bolsonaro “poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.

O Ministro do STF, Celso de Mello negou que tenha pedido a apreensão do celular, só enviou – como é rotina – o pedido para a PGR analisar.

“O MD [Ministério da Defesa] teve conhecimento que o Gen. Heleno iria soltar a nota e concordou com a emissão, tendo em vista que o celular do PR [presidente da República] é um assunto de segurança institucional”, disse o General Azevedo e Silva.

“A simples ilação da apreensão do celular do Presidente da República, na visão dele, é absurda. Afronta a segurança institucional. O Ministério da Defesa está extremamente preocupado com a tensão entre os poderes.”

O Presidente da República ressaltou que caso haja tal ordem do STF para apreensão do seu telefone, ele se recusaria a entregar.